
Prodigio lança “A Última Ceia do Bandido” e fecha o debate sobre o seu lirismo
Em 03 de Abril de 2026, o rapper angolano Prodigio lançou o álbum A Última Ceia do Bandido – 12 faixas, 12 colaboradores, e um projecto que chega para encerrar dúvidas e reafirmar o seu lugar entre os grandes do rap lusófono.
O número não é coincidência. Doze faixas como os doze apóstolos. Valete, Slow J, T-Rex, Anna Joyce, GSon, Bispo e Yuri da Cunha à mesa, cada um escolhido com intenção, não por agenda comercial.
O álbum abre e fecha com uma coerência que poucos projectos lusófonos conseguem. A primeira e a última faixa cruzam o mesmo caminho como moldura: fé, ceia, bandido. Um conceito quase religioso, mas escrito com vocabulário próprio.
Prodigio deixou uma questão em aberto: isto é fim ou começo? A resposta está no título. A Última Ceia tanto encerra um ciclo como anuncia algo maior, e ele sabe exactamente o que está a fazer.
Para quem duvidou do seu liricista, este álbum é a resposta mais clara que Prodigio alguma vez gravou. Não pela declaração. Pela execução.
O projecto chega fora do selo Força Suprema, mas chega com selo da Universal Music PT, e uma escolha que diz tanto quanto a música. Independência, controlo criativo e um artista que define os seus próprios termos.
Disponível no Spotify, Apple Music, YouTube Music e para download directo. Sem barreiras de acesso para a diáspora lusófona e para Angola.
A Última Ceia do Bandido não é só mais um lançamento. É um documento de posicionamento de um rapper que sabe de onde veio, onde está, e que já não pede licença para ocupar o lugar que lhe pertence.
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